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ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS INDUSTRIAIS DE FOTOGRAFIA
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V CONGRESSO DE FOTÓGRAFOS PROFISSIONAIS
23, 24
E 25
DE OUTUBRO DE 2009
FÓRUM LISBOA
Mensagem do Presidente da Direcção
O nosso Congresso tem como estatuto principal
a reflexão e debate da actualidade do sector
e da sua envolvente, dos problemas que enfrenta
e, sobretudo, das oportunidades que espreitam
e das tendências de evolução que se desenham.
Convidámos oradores especialistas para diferentes
temáticas e é, sobretudo a participação dos
nossos colegas, associados e parceiros, que
irá proporcionar um enorme enriquecimento,
conhecimento pelas experiências e visões,
que se debatem, partilham e descobrem.
Este ano de mudança, atravessando momentos
aflitivos, reflexo da crise mundial, queremos
debater o futuro do sector fotográfico, porque
é do futuro de um mercado em mudança que
nos devemos ocupar.
Creio que a melhor maneira de enfrentar um
desafio é considerá-lo uma boa oportunidade.
Esta é a minha forma de estar na vida. Só
assim conseguimos chegar até aqui. É a única
maneira que permite dinamizar e impulsionar
a coesão do sector Fotográfico e o seu crescimento.
Durante o Congresso deverá ser criada uma
assembleia deliberativa, para que sejam tomadas
decisões que produzam directrizes, que liste
reivindicações e consagre ou proclame modelos
de forma a podermos em todos os quadrantes
do nosso sector encontrar soluções justas
que permitam que a nossa profissão continue
a existir e que proteja os futuros profissionais
nas práticas empresariais ou de negócios.
Cada problema deve ser encarado com optimismo
e coerência, foi assim no passado, continuará
a sê-lo no presente e assim será no futuro.
Apesar das dificuldades do percurso, temos
sabido encontrar soluções para os diferentes
obstáculos que têm surgido ao longo dos 50
anos da ANIF.
A história fala por nós.
Estivemos sempre atentos às mudanças, acompanhámos
a evolução, também aqui fomos pioneiros,
porque apostámos no mérito e na avaliação.
Os resultados provam o sentido deste projecto.
Hoje queremos modernizar o sector fotográfico
tal como as nossas congéneres mundiais.
Ao longo dos anos a ANIF tentou informar
os fotógrafos portugueses do que iria acontecer
com a modernidade. No passado, não acreditaram,
o facto é que aconteceu e daí resultou a
falência, o desemprego, para muitos daqueles
que não souberam ouvir os momentos que se
aproximavam.
O que hoje precisamos é de seguir em frente
evitando os atalhos que alguns prometem.
e não nos submeter ás ladainhas dos "profissionais
da desgraça".
Temos um compromisso com o futuro, sabemos,
que é no presente que ele se constrói, que
o futuro depende da exigência, do rigor,
da inovação e acima de tudo de PROFISSIONALISMO.
Este é o objectivo, o principal desafio para
garantir o futuro dos Fotógrafos Portugueses.
Vamos debater o futuro da Fotografia no Congresso
de Fotógrafos Profissionais no Fórum Lisboa,
Lisboa
Espero por todos aqueles que acreditam que
ainda existe Futuro.
Até ao Congresso.
Carlos
Vilas Presidente ANIF |
Vamos todos levar os interesses da fotografia
BEM LONGE.
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Carlos Vilas - Presidente |
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| Eduardo Mesquita |
Jorge Alves |
Saúl Ramos |
Mário Mendes |
Luis Carvalho |
| Tesoureiro |
Director |
Director |
Director |
Director |
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A ANIF continua viva...
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| HISTORIAL |
| CONSELHO FISCAL |
| MESA DA ASSEMBLEIA GERAL |
| ESTATUTOS |
A vantagem de ser Associado da ANIF
A Associação tem por fim o estudo, promoção
e defesa dos interesses relativos à industria
e ao comércio das artes fotográficas, competindo-lhe,
para tanto, promover e praticar tudo quanto
possa, interessar, individual ou colectivamente,
aos seus associados, nos aspectos técnico,
económico e social.
Quem pode ser associado?
Podem ser sócios da Associação todas as empresas
singulares ou colectivas,que exerçam,no território
português, a industria ou o comercio de fotografia.
Firmas, Lojas, Laboratórios, Importadores,
Fotógrafos.
10 razões pelas quais é vantajoso ser Associado
da ANIF.
Ter a informação essencial para o desempenho
da nossa profissão
- 1. A ANIF desenvolveu o nosso site, para
estar mais perto dos fotógrafos portugueses
- 2. Informação sobre o Código Civil
- 3. Informação sobre o Código Penal
- 4. Informação sobre o Direito de Autor
- 5. Informação sobre Higiene e Segurança no
Trabalho
- 6. Informação sobre Resíduos
- 7. Informações Gerais
- 8. Temos realizado na nossa Sede Formações
e Discussões, sobre temas interessantes para
o sistema empresarial do sector.
- 9. Iremos realizar várias acções de formação
- 10. Divulgação através do nosso portal de
todos os Associados
Tudo isto é muito importante para o sector
fotográfico, mas a divulgação dos nossos
associados faz alargar a possibilidade de
negócio e conhecimento do seu trabalho a
um mundo muito mais vasto.
Pelas informações que nos têm chegado são
muitas as pessoas que procuram o nosso site,
para os diversos trabalhos fotográficos que
há para fazer em Portugal.
Para mera informação o nosso site está neste
momento no TOP dos sites de fotografia profissional
visitado em Portugal.
Além de tudo o que já fizemos, a ANIF - Associação
Nacional dos Industriais de Fotografia, luta
pelos interesses dos Fotógrafos Portugueses,
tais como:
- 1. Defende os Direitos de Autor dos Fotógrafos
Profissionais
2. Defende os Fotógrafos Junto do Ministério
do Ambiente
3. Defende os Fotógrafos Junto do Ministério
da Economia
4. Defende os Fotógrafos Junto do Ministério
da Educação
Em brevemente apresentaremos o Cartão de
Fotógrafo Profissional, o qual terá como
objectivo credenciar e identificar o Fotógrafo
Profissional.
Se o Cartão ainda não foi apresentado, é
porque se está a trabalhar no sentido do
Cartão de Fotógrafo Profissional ter credibilidade
e aceitação nos meios em que os fotógrafos
exercem a sua profissão.
A fotografia é uma paixão, uma forma de vida.
ASSOCIA-TE, colabora para a melhoria da nossa
profissão.
Divulga o teu trabalho, de certeza que um
dia irás ser contactado para que sejas o
Associado em Destaque no nosso site
Até breve
A Direcção
Carlos Vilas
________________ ANIF - Associação Nacional dos Industriais
de Fotografia______________
_________________________________________________________________________________________
Fotografia Artigo de Luxo
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O Fotógrafo de Casamento para ter sucesso
tem de ter várias qualidades, ser psicólogo,
ser relações públicas, ter simpatia, profissionalismo,
e ser um vendedor exemplar.
Nem sempre o fotógrafo encontra o preço certo
para o seu trabalho. Nos congressos, nos
cursos, nas conversas entre colegas, é sempre
polémico falar de preços.
Cobro muito ou pouco? Devo aumentar ou baixar?
E a tentação de colocar o preço abaixo da
concorrência é forte.
Não cabe a ANIF dizer qual é o preço certo,
e de certeza que o não saberia dizer, mas,
como esta Direcção é constituída por fotógrafos,
podemos formular pensamentos que poderão
levar ao preço certo.
É necessário fazer contas, e essa contas
não são diferentes de uns para os outros.
Teremos de contabilizar toda a envolvência
do casamento.
Que não é somente fotografar.
Quando o cliente procura preço, não pode
esperar qualidade.
Todos nós sabemos quanto esse cliente gasta
para realizar o seu casamento, viatura, flores,
roupa, convites, banda de música, refeições,
noite de núpcias etc.… porque será que a
fotografia representa um valor como se fora
a gorjeta que se dá ao porteiro da discoteca
que nos arruma a viatura?
É altura de mudar, o nosso envolvimento é
demasiado grande para se trocar por meia
dúzia de euros, a nossa responsabilidade
é grande e como tal tem de ser bem paga.
Afinal o que resta desse dia são as fotografias
e o vídeo.
Quando se cobra o preço justo, o cliente
respeita-nos e valoriza. Na fotografia isto
é mais verdade por se tratar de um produto
que mexe com a vaidade das pessoas, a fotografia
tem também a vertente artística, onde o autor
das fotografias é valorizado. As pessoas
associam um bom trabalho fotográfico com
produtos de qualidade. Vejam como as calças
de ganga todas rotas mas que estão associadas
a grandes marcas, o quanto custam, assim
como os automóveis, as jóias, etc.
O que é bom é o mais desejado.
Para ser bem sucedido é necessário estar
preparado para perder alguns clientes, mas
se o fotógrafo souber justificar o seu preço,
de certeza que o cliente compreenderá o seu
justo valor. É importante saber que nós fotógrafos
não podem fotografar todo o mundo, temos
de deixar também alguns clientes para os
outros colegas.
Devemos fotografar só aqueles que podem pagar
o nosso preço.
É necessário definir qual é o nosso cliente
alvo, qual o produto que desejamos oferecer,
que tipo de fotografia vão fazer. Se colocarmos
à disposição do cliente muitas opções ele
acaba por ficar confundido.
Dando-lhe duas ou três opções ele não perderá
tempo a escolher, e possivelmente ficará
mais satisfeito com o serviço.
Quando analisamos o preço que deveremos levar
ao cliente temos de ter em conta toda a envolvência
que antecede com o contrato de casamento
dos serviços fotográficos: o transporte,
o pagamento dos impostos, o equipamento,
os álbuns, o tratamento das imagens, as pessoas
envolvidas e todo o nosso trabalho, que deverá
passar pelo nome que ao longo dos anos nós
fomos consolidando, pelo respeito que merecemos
da parte dos nossos fornecedores, clientes
e amigos.
A nossa assinatura e toda a envolvência têm
de ter valor e o cliente quando nos contrata
para o serviço fotográfico de casamento tem
de ter a noção que está a contratar um profissional,
que investiu ao longo dos anos na formação
para lhe prestar um serviço profissional
de qualidade.
Por isso o melhor preço será aquele que encontrarmos
depois de fazermos todas as contas aos gastos
e ficar um lucro que nos permita ter um nível
de vida que o nosso cliente gostaria que
tivéssemos.
Normalmente o cliente gosta de falar do seu
fotógrafo de casamento como sendo uma pessoa
bastante querida e importante.
Deveremos pois cuidar da nossa imagem, o
relacionamento é básico nesta profissão.
Boa aparência, sobriedade, sinceridade e
postura profissional são os requisitos fundamentais
para um fotógrafo de sucesso.
O preço deverá ser o que acharmos justo e
para tal basta pensar:
Quanto custa um Casamento para o Fotógrafo?
- Impostos - a taxa somente do IVA é de 21%
e falta o IRS ou IRC.
- Software - legalizado custa dinheiro
- Álbuns Digitais como devem ser, bonitos e
bons
- Dia de Trabalho - temos que pensar que um
dia de trabalho deverá ser pago, e contar
que um fotógrafo profissional tem muitas
horas de formação especializada que custa
muito dinheiro.
- Transporte - num dia normal de casamento
fazem-se muitos Km.
- Provas
- Fotografias 15x20, 20x30, etc.
- Envelopes - apresentação, envio por CTT
- Avaria de equipamentos
- Seguros - porque poderemos perder todo ou
parte do trabalho e teremos de indemnizar
os clientes.
Estas são apenas algumas situações em que
devemos pensar quando estamos a fazer um
orçamento, haverá outras mais, que se devem
contabilizar.
Não nos podemos esquecer que uma Reportagem
Social além, do saber fazer, há a responsabilidade
assumida, deveremos contar sempre com o profissionalismo
do Fotógrafo Profissional.
Por estas razões deveremos dizer NÃO, às pessoas não qualificadas.
Investe na formação,tanto tua como dos teus colaboradores.
As vantagens serão muitas....
Carlos Vilas
ANIF - Mai2007
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Juntos vamos mudar.
Mal me habituei à ideia de ser Presidente
da ANIF e já o trabalho me chama.
Assumi este cargo com um objectivo: o de unir os “Fotógrafos Portugueses”
Durante anos vivemos de costas voltadas uns
para os outros, nesta reconversão que está
a sofrer o nosso sector temos de nos unir
no sentido de encontrarmos a luz ao fundo
do túnel.
As sucessivas Direcções da ANIF procuraram
cumprir com os objectivos a que se propuseram.
O trabalho desenvolvido pela ANIF englobando
a representação dos fotógrafos, comerciantes
e industriais de fotografia tem-se traduzido
numa luta sem fim e por vezes inglória.
A falta de interesse pelo associativismo,
a falta de colaboração com as Associações,
tem sido no fundo o maior problema.
Esta situação tem de mudar.
Os Associados vão ter que participar, vão
ter de ser mais activos na vida da associação,
vão ter que nos trazer os problemas do sector,
para que se entenda a forma de resolução
desses problemas.
Tenho reflectido sobre o que se passa na
fotografia, “ ESTAMOS EM MUDANÇA”
Nestes últimos anos o nosso sector sofreu
uma grande modificação.
Não estávamos preparados, pensávamos que
essa modificação seria como no passado, uma
transição sem grandes sobressaltos, calma,
mas, a rapidez da evolução é de tal forma
que mal conseguimos assimilar uma já outra
está em cima da mesa.
A Pirâmide desmoronou-se, as grandes empresas
estão em grande dificuldade, vejamos o que
aconteceu, Agfa, Kónica e outras mais pequenas
fecharam, a Kodak e a Fuji tiveram que se
adaptar reestruturando as suas empresas despedindo,
fechando fábricas, fazendo parcerias e tentando
tal como nós procurar o leme que as guie.
Muitas lojas e muitos colegas que infelizmente
não puderam ou não acreditarem nesta reconversão
fecharam ou estão a viver com muita dificuldade
para cumprirem com os compromissos assumidos.
São nossos colegas, conhecidos, nossos amigos.
Chegou o momento da mudança, a ANIF não quer
ensinar ninguém, quer sim inteirar-se dos
problemas e tentar encontrar em conjunto
uma solução.
Falar abertamente dos problemas, tal como
a importância da formação, a livre concorrência
e preços, o custo do nosso trabalho, a valorização
do nosso trabalho, a fiscalidade e finanças
e a legalidade das nossas empresas.
Queremos estar com fotógrafos portugueses
que falem aos colegas do seu trabalho, das
suas alegrias e tristezas do sabor das suas
vitórias, das suas dificuldades dos seus
infortúnios mas também da sua esperança no
futuro.
A ANIF continua VIVA.
Carlos Vilas Março 2007
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