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ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS INDUSTRIAIS DE FOTOGRAFIA
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Fotógrafos do Mundo
Homenagem àqueles que com a sua paixão pela
fotografia se destacam
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Fotógrafos que influenciaram a Fotografia
Mundial
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Eugene Atget (francês, 1857-1927)

A vida e a intenção de Eugene Atget são fundamentalmente desconhecidas para
nós.
Alguns factos documentados e um punhado de
lembranças e lendas fornecem um esboço escasso
do homem.
ver a Galeria do autor
Museus em Portugal - Lisboa
Museu Calouste Gulbenkian
Museu Nacional de Arte Antiga
MUDE - Museu do Design e da Moda, Lisboa, Portugal
Fress - Museu de Artes Decorativas
Centro de Arte Moderna
Museu de Marinha
Museus de Lisboa - GoLisbon |
Alfred Eisenstaedt
Tornou-se conhecido em todo o mundo através
do seu trabalho para a revista LIFE. O seu
trabalho retratou a terra a tremer, eventos
e pessoas influentes do século XX, John F.
Kennedy, Albert Einstein, Marilyn Monroe,
e Winston Churchill, são algumas dessas pessoas.
Alfred Eisenstaedt recebeu inúmeros prémios,
a Medalha Nacional das Artes, o Prémio Entendimento
Internacional de Excelência, a Photographic
Society of America Achievement Award, foi
Fotógrafo do Ano pela Encyclopaedia Britannica. A revista
Time anunciou Alfred Eisenstaedt fotógrafo
do dia, a Times Square em 1945 como as dez
melhores imagens da história do fotojornalismo.
Ver Galeria Eisenstaedt
http://life.time.com/ |
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Helmut Newton
Nasceu a 13 de Outubro de 1920 no seio de
uma família judia, e faleceu a 23 de Janeiro
de 2004 em Hollywood num acidente de viação.
Aos 16 anos começou a dedicar-se à fotografia
tendo como mestre a fotógrafa berlinense
Yva, que fazia trabalhos de moda, nus e retrato.
Como judeu viu-se obrigado a abandonar
a Alemanha, foi para Singapura, escapando
à perseguição nazi.
Arranjou emprego como repórter fotográfico
no Singapore Strait Times, mas por ser indisciplinado e pouco interessado
no trabalho foi despedido ao fim de alguns
meses.
Em 1940 partiu para a Austrália para se juntar
ao exército deste país, no qual serviu durante
cinco anos. Quando deixou o serviço militar
abriu um estúdio fotográfico em Melbourne e casou com a atriz June Brunell em 1948 que também viria a ser fotógrafa
com o pseudónimo de Alice Springs, tendo o casal feito muitos trabalhos em
conjunto
Em 1957 mudou-se para Paris, onde começou a trabalhar na Vogue, trabalhou para as edições francesa, norte-americana,
italiana e inglesa da revista, assim como
colaborou em publicações como a Elle, a Marie-Claire, a Stern ou a Playboy.
O seu trabalho era extremamente erótico e
chegou a ser considerado provocador, nomeadamente
através de nus onde mostrava mulheres dominadoras.
ver Galeria de Helmut Newton |
Margaret Bourke-White
Foi uma das mais famosas fotógrafas americanas
do seu tempo. Combinação de talento, inteligência,
ambição, e flexibilidade fez dela um colaborador
ideal para o jornalismo.
Com 25 anos juntou-se à revista Fortune, em 1936 à Life magazine dedicou-se ao glamour e life style. Durante
a sua carreira fotografou Joseph Stalin e
Mahatma Gandhi entre outros.
ver Galeria de Margaret Bourke-White
Henri Cartier-Bresson
Considerado por muitos como o pai do fotojornalismo, nasceu em Chanteloup no Seine-et-Marne, no seio de uma familia do ramo têtil, e
quando aindo menino, recebeu como presente
uma câmara fotográfica Box Brownie que iria marcar o seu futuro como fotógrafo
profissional.
Em 1947 criou a famosa agência fotográfica
Magnum, em parceria com Bill Vandivert, Robert Capa, George Rodger
e David Seymour.
Bresson publica o seu trabalho nas mais prestigiadas
revistas mundiais Life, Vogue e Harper's
Bazaar.
ver Galeria de Henri Cartier-Bresson
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Nadar
Nadar de seu nome (Gaspard-Félix Tournachon)nasceu em França, foi um caricaturista do
jornal ilustrado Le Charivari em 1848.
Em 1849 criou a Revue comique e o Petit journal pour rire. Tirou as suas primeiras fotografias
em 1853, e em 1858 ao sobrevoar Paris num
balão de ar quente, tornou-se na primeira
pessoa a tirar fotografias aéreas.
Philippe Halsman
Nasceu em Riga, Letónia e começou sua carreira fotográfica em Paris.
Em 1934, abriu um estúdio fotográfico em
Montparnasse, onde fotografou famosos artistas
e escritores, incluindo Andre Gide, Marc Chagall, Le Corbusier, e André Malraux, usando uma inovadora câmera reflex com
lente dupla que ele próprio desenhou.
Em 1940 parte para os Estado Unidos fugiram
dos nazistas, foi Albert Einsteinque interveio para que tivesse um visto de
entrada.
Durante 30 anos trabalha na USA como fotógrafo,
fotografando os maiores estadistas do século
XX. As sua fotografias aparecem em 101 capas
da LIFE.
A alegria de viver e a sua imaginação combinada
com a sua capacidade técnica, faz com que
ele seja eleito o primeiro presidente da
Sociedade Americana de Fotógrafos de Revistas
(ASMP), onde liderou a luta para proteger os direitos
dos fotógrafos profissionais e criativos.
Colaborou com Salvador Dali, daí resultou uma corrente de fotografias
incomuns "fotografando ideias"
tais como "Dali Atomicus" e o famoso "Bigode Dali". Nos anos de 1950 começou a pedir às pessoas
que fotografava para saltarem para a sua
camara. daí resultou imagens excepcionais
e cheias de energia, tornando-se o maior
legado do seu trabalho fotográfico.
Em 1972 falou da sua fascinação com o rosto
humano "Retrato de Psicologia.",
diz: "Cada rosto que vejo parece esconder
- e às vezes fugazmente para revelar - o
mistério do outro ser humano. Capturando
essa revelação tornou-se o objectivo e a
paixão da minha vida. "
Philippe Halsman morreu em Nova York em 25 de Junho de 1979.
Exposições
Philippe Halsman 1998: Uma Retrospectiva
- National Portrait Gallery, Washington,
DC, EUA
Livros
Retrospectiva 1998 Halsman, Bulfinch Press,
EUA, Editions du Collectionneur, França
1989 Halsman no Trabalho, Harry N. Abrams,
EUA
1983 Retratos, Book Company McCraw-Hill,
EUA
1979 Halsman, International Center of Photography,
EUA
1972 Sight & Insight, Doubleday &
Company, EUA
1961 Philippe Halsman na criação de ideias
fotográficos,
A.S. Barnes and Company, EUA
1959/86 Jumpbook, Simon & Schuster, EUA,
Harry N. Abrams, EUA
Bigode 1954/94 Dali, Simon & Schuster,
EUA
1949-1906 O francês, Simon & Schuster,
EUA, Benedikt Taschen, Reino Unido
ver Galeria de Philippe Halsman |
Richard Avedon
Nasceu a 15 de Maio de 1923 em Nova York,
os seus pais eram fabricantes de vestuário,
que ajudou a despertar nele o interesse pela
moda e daí a fotografia. Aos 12 anos adere
ao clube fotográfico YMHA, mais tarde passeando com o seu pai pela
quinta avenida, vê um homem careca fotografando
uma mulher bonita contra uma arvore, alguns
dias depois descobre essa fotografia na revista
Harpers Bazaar. Esta imagem marcou a sua vida profissional
tornando a maior referência mundial de fotografia
de moda e retrato.
ver Galeria de Richard Avedon
Alexandre Serra
Conceituado Fotógrafo Profissional de Moda
português conhecido internacionalmente é
especialista em Fotografia de Moda., Nú Artístico,
Jornal/Editorial, Lingerie, Glamour, Moda,
Passerelle, Cabelo/Maquilhagem, Desporto/Saúde,
Fato de Banho.
Director executivo da revista sowhat magazine
ver Galeria de Alexandre Serra
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Prémio Pulitzer
2011 Pulitzer Vencedores e finalistas amnunciados
a 18 de Abril
É um prémio americano, outorgado a pessoas
que realizam trabalhos de excelência na área
do jornalismo, fotojornalismo, literatura
e música.
O prémio é anual e dividido em 21 categorias,
os vencedores ganham um prémio de 10.000
dólares em dinheiro e um certificado. O ganhador
na categoria de Serviço Público de Jornalismo
atribuído só a jornais americanos, recebe
a medalha de ouro do Prémio Pulitzer.
Em 1912 Joseph Pulitzer no seu testamento
deixou dinheiro à Universidade de Colúmbia,
para se começar um curso de jornalismo.
O primeiro prémio Pulitzer foi dado em 4
de Junho de 1917 e é sempre anunciado em
Abril, os indicados são escolhidos pela banca
independente que analisa os seus trabalhos.
Só as escritas e fotografias publicadas nos
jornais dos Estados Unidos são elegíveis
para o grandioso prémio Pulitzer.
www.pulitzer.org
10
de Março de 2011
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Jornalistas em Zona de Conflito
Jornalistas da BBC detidos, espancados, ameaçados
por leais de Muammar Kadafi
Exército e polícia líbios, espancaram e ameaçaram
três jornalistas enviados para a zona de
conflito na Líbia. Num comunicado citado
pela agência de notícias Associated Press,
a BBC descreve que os três jornalistas, integrados
numa equipa árabe da televisão britânica,
foram atacados por forças leais a Kadafi
e presos, tendo sido libertados ao fim de
21 horas.
Chris Cobb-Smith, Feras Killani e o repórter
de imagem Goktay Koraltan foram submetidos
a falsas execuções, por soldados pró - Kadafi
que lhes apontaram-lhes armas às suas
cabeças.
www.bbc.co.uk/news/ 9
de Março de 2011
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Criança Sudanesa que deu Prémio Pulitzer
ao Fotógrafo Kevin Carter sobreviveu ao abutres
Deve o fotojornalista apenas mostrar a realidade
crua através da sua lente ou interferir nela
quando a sua consciência assim o exige?
Kevin Carter achou que não devia interferir,
em 1993, quando fotografou, para o New York
Times a imagem de um bebé do Sudão, caído
no chão, enquanto no mesmo plano um abutre
esperava pacientemente pela refeição.
O mundo que deu a criança como morta criticou-o
e chamou ao fotojornalista de abutre. Kevin
Cárter acabou por ganhar o prémio Pulitzer,
com esta imagem que o perseguiu e levou ao
suicídio aos 33 anos.
Kevin Carter escreveu antes de morrer: "Estou deprimido, sem telefone, sem dinheiro
para pagar a renda, sem dinheiro para ajudar
ao sustento da minha criança, sem dinheiro
para pagar as dívidas, sem dinheiro! Sou
assombrado pelas vívidas memórias de mortes
e cadáveres e raiva e dor, de crianças feridas
e esfomeadas, de loucos que assassinam alegremente,
alguns deles polícias (…). A dor de viver
ultrapassa a alegria ao ponto em que esta
deixa de existir."
Afinal o mundo que condenou Kevin Carter
enganou-se, julgando erradamente um fotojornalista,
conta o jornal espanhol "El Mundo",
que, o bebé era um menino, chamava-se Kong
Nyong, e sobreviveu ao abutre. Outra testemunha
segundo o jornal espanhol a enfermeira Florence
Mourin, que coordenava os trabalhos do programa
das Nações Unidas para o combate à fome no
Sudão em Ayod, o local onde tudo aconteceu,
disse que o menino estava a ser acompanhado,
como prova a pulseira branca na mão direita,
que se podia ver na fotografia premiada e
sobreviveu .
Contam os amigos que Kevin Cárter era um
profissional que procurava sempre os limites
da condição humana, por isso era arrastado
facilmente para a depressão, e essas imagens
foram a principal causa da sua morte.
A filha de Carter, Megan, tem uma interpretação
muito diferente da fotografia premiada:
"Eu vejo a criança em sofrimento como o meu
pai. E o resto do mundo é o abutre."

A fotografia que valeu o Pulitzer a Kevin
Carter em 1994
fonte: www.elmundo.es
25 de Fevereiro de 2011 |
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Homenagem ao fotógrafo de guerra
Henrie Huet em Paris

Está patente ao público na Maison Européenne
de La Photographie em Paris uma exposição
do trabalho do fotógrafo francês Henri Huet,
morto em 1971, quando o helicóptero em que
ele e mais três fotógrafos viajavam foi abatido
no Vietname.
Esta exposição reúne cerca de 70 obras fotográficas
realizadas durante a guerra do Vietname.
Henri Huet era fotógrafo da Associated Press,
fotografou e capturou a dor da tragédia da
guerra em fotografias a preto e branco, foram
publicadas em revistas e jornais de todo
o mundo.
Fontes:
www.euronews.net 
www.ap.org 
Para ver o filme clicar aqui
16
de Fevereiro de 2011 |
Fotógrafos de Zonas de Conflito
Greg Marinovich, João Silva, Ken Oosterbroek
e Kevin Carter, formaram no começo da década
de 90 o "The Bang Bang Club", fotografavam
os conflitos do Sudão, África do Sul , fotogrfia
em zona de conflito.
Kevin Cárter suicidou-se por não aguentar ver mais as
misérias humanas.
Ken Oosterbroek morto na África do Sul 1994

Ken Oosterbroek fotógrafo
www.nytimes.com
25
de Fevereiro de 2011 |
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