ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS INDUSTRIAIS DE FOTOGRAFIA

 

Como os Fotógrafos Estão a Fazer…A Economia Vai Recuperar!

Joffre Justino - 16 de Fevereiro 2009

Parecia que o fim-de-semana ia ser desagradável, apesar do Dia dos Namorados.
Velho “colono” que sou, uma daquelas crises de paludismo atacou-me na 6ª, a pontos de não ter ido votar para a eleição dos delegados do PS, (onde ia apoiar o 1º ministro, socialista, de Portugal, Eng. José Sócrates), e, no sábado, ter ficado de cama em vez de ir prestar a minha homenagem ao general Humberto Delgado, a convite da Sra. Iva Delgado, a Espanha, onde este antisalazarista foi assassinado, pela PIDE/DGS.
Mas como acordei mais bem-disposto, no Domingo decidi ir a Vila Franca de Xira, ao Encontro “Fotógrafos de Portugal, 2009 Que Rumo Para os Fotógrafos de Portugal?”, organizado pelos Fotógrafos Carlos Vilas, Dário Queiroz, Mário Cerdeira, Alfredo Tavares e Jorge Alves.
E valeu a pena.
Sou, note-se, dos que acredita 80% da economia é Motivação, 19% são as Pessoas e 1% a Matemática, que a identifica somente.
Por isso, quando os Fotógrafos acima, em particular o sr Carlos Vilas e o sr Jorge Alves, directores da, ANIF, Associação Nacional de Industriais de Fotografia me informaram, em comunicado, na net, que estavam a preparar o acima referido Encontro, os apoiei, divulgando o seu comunicado, massivamente, na net também.
Em consequência, estes meus dois amigos tiveram a simpatia de me convidar para moderar o Encontro e eu aceitei.
Fui, pois, ao Encontro, avisando que só poderia estar lá da parte da manhã.
Valeu a pena ter ido.

Ainda há em Portugal quem acredite em si e quem aposte que pode fazer a diferença, foi o que este Encontro mostrou a quem lá foi.
Para ficarem com uma ideia, a crise no sector da Fotografia começou em 2002, quando as transnacionais a montante do sector, depois de terem inundado o mercado de um novo tipo de laboratórios, injectaram a revolução – a fotografia digital – sem dúvida para matarem este sector com história, artística, feita, neste espaço de expressão portuguesa, dados os custos de investimento que impuseram antes da dita “revolução tecnológica”.
Com esta “revolução”, com a crise larvar em que temos vivido, com a redução demográfica em que nos encontramos, com a redução do nº de casamentos e baptizados, e com a machadada que foi o cartão único, que retira aos fotógrafos 10 milhões de clientes, aproximadamente, (imposição, cega, do Estado), cheguei a pensar que iria para um Encontro moribundo.
Mas aceitei ir porque conheço em especial o entusiasmo do Jorge Alves e do Carlos Vilas, na defesa deste sector da economia.
Sector ignorado este...
Não tem nenhum dos 1000 milionários de Portugal.
Não tem transnacionais. É, mesmo, diga-se, dominado pelo micro e pequenas empresas.
Mas, quando cheguei e fui vendo chegarem perto de 100 Fotógrafos, de todo o país, quando vi que as 2 associações do sector estavam presentes, a ANIF e a AFP, Associação de Fotógrafos Profissionais, e quando vi que a Confederação das Micro e Pequenas Empresas de Portugal estava presente, senti a Motivação.
E gostei.
Vi a variedade geracional presente entre estes empresários.
Vi a variedade político cultural, vi a variedade de posicionamentos e de formas de gestão e o Encontro foi-me agradando cada vez mais.
Das 9h às 14h, momento em que estive presente, ( o Encontro continuou, mas a saúde obrigou-me a controlar o entusiasmo e a vontade de ficar), ouvi umas 30 intervenções, umas históricas, outras mais políticas, outras verdadeiramente emocionais, mas em todas dominava a Motivação, o desejo em estar e, sobretudo, em continuar.
Temos, pois, do lado da Oferta, Mercado, na Fotografia!
Ouvi Jovens a dizerem aos Mais Velhos – preparem-se que o Negócio mudou, que, com o digital, as novas gerações de consumidores trarão, ao Mercado, exigências novas e não somente tecnológicas, pois serão sobretudo estéticas, culturais.
Ouvi Mais Velhos a recordarem o nascimento da ANIF, o I Congresso de Fotógrafos em 1982, ouvi Fotógrafos a lamentarem que se contratem estrangeiros para campanhas portuguesas, com brilhantes fotógrafos no País.
Ouvi os nºs desastrosos do volume de negócios – hoje a pouco mais de 30% de 2002 – mas não ouvi vou sair, vou largar, danem-se que não nos merecem.
Como quase todos os Negócios, a Fotografia é uma forma de Arte, não uma simples mecânica, uma simples operação de gestão de máquinas e pessoas. É um desejo de estar, de ser.
Como em quase todos os Negócios, na Fotografia há bons e maus Profissionais, bons e maus empresários, Pessoas sérias e pessoinhas gananciosas.
Mas naquela sala, por sorte ou talvez não, o que vi e ouvi vinha do lado da Arte, da vontade de estar e ser.
(Foi um dos campos onde Marx se enganou, ao contrário, por exemplo, de Fourier, pois no empresariado o objectivo não pode ser a exploração, mas a criação e distribuição da riqueza) …
Mas não há somente Mercado do lado da Oferta. Do lado da Procura há também apetência pela Fotografia e, como dantes é significativo o nº de Pessoas que se interessam pela Imagem, que nela até participam, enquanto amadores e enquanto tal reconhecem e gostam dos bons profissionais.
Quais são o pontos fracos/complexos deste mercado, bem apresentados no Encontro?
A concorrência, desleal, internacional, quer entre profissionais, quer sobretudo pelo impacto do IVA variável na União Europeia; a concorrência, desleal, do Estado, que entrou inesperadamente no mercado em vez de o regular; a mutação tecnológica vivida e que impõe novas visões na actividade; a crise económica vivida; a desregulamentação da actividade; a quebra demográfica vivida; as determinações legais que fazem da Fotografia, imagine-se, produto de luxo; a corrupção; a redução do mercado.
Quais as medidas preconizadas nas mais de 30 intervenções que ouvi?
A criação da Carteira Profissional de Fotografo; o estabelecimento de um preço mínimo nos produtos/serviços; a Formação no sector, para a técnica, para o serviço, para a estética; a promoção do trabalho em rede; a criação do cluster da Fotografia; o redinamizar os Congressos do Fotógrafos; a adaptação aos desejos das novas gerações de Clientes; a abertura ao Mercado das fotos tipo passe para o Cartão Único.
Medidas simples, nada de pedidos de apoio financeiro, como vêm. Medidas regulamentares para o reforço de um mercado, de uma actividade.
Valeu, pois, ter ido a este Encontro de Fotógrafos.
Nele ouvi sobretudo o que podemos fazer pelo país e não o que o país pode fazer por eles, Fotógrafos.
Não ouvi queixinhas contra este ou aquele Governo, não ouvi partidarizações da crise, nem soluções estrambólicas.
Vi e ouvi, como já disse, Motivação.
E a Motivação, essa sim, “é a economia estúpido” como já o disse um guru da Gestão.
Falem-me de mais sectores de actividade desta forma, de mais empresários assim empenhados e, creiam-me, a economia portuguesa superará a crise. Para o efeito e para os incrédulos, basta-me dizer-vos que ouvi um dos empresários do sector referir que exporta cerca de um milhão e euros de serviços…

Eles, os Fotógrafos, estão pois prontos para superar a crise.

Pedem, ao Estado, sobretudo, regulamentação – das carteiras profissionais, da qualificação na Profissão, (a ANIF já o propôs, com o meu apoio, à ANQ).
A ANIF sempre presente
A Associação Académica de Coimbra e as revistas Digital Photographer e Advanced Photoshop convida Carlos Vilas fotógrafo e Presidente da ANIF  para o inicio das Jornadas de Arte Digital de Coimbra,  dia 12 de Dezembro, pelas 18:00h no Foyer do TAGV, o debate é, "O Mundo Imagem? . (mais)
Fotógrafos Profissionais

Esta reportagem passou na RT1 no passado dia 23 de Agosto sobre os Fotógrafos Profissionais em Portugal. Embora de grande utilidade informativa neste momento
tão difícil para a nossa actividade, a reportagem foi reduzida ao tempo de notícia
e pena foi que não tivessem dado relevo ao que de mais importante foi dito pelos intervenientes.
A ANIF através do seu Presidente e com a colaboração do fotógrafo Dário Queiroz,
fez declarações sobre a concorrência desleal, de alguns... (mais)
PHOTOKINA
Evento fotográfico que decorrerá de 23 a 28 de Setembro 2008 em Colónia "Köln Messe" Alemanha.
Este evento realiza-se de dois em dois anos, acolhendo mais de 150.000 visitantes de cerca de 150 países que vêm ver e explorar uma vasta gama de produtos e serviços relacionados com a fotografia e imagem.
Distribuidores mundiais, utilizadores profissionais, entusiastas, líderes de opinião, associações europeias de fotógrafos tiram o máximo proveito deste evento para descobrirem os produtos mais recentes e as últimas tendências do mercado da fotografia e imagem. A não perder.



Provas de Aptidão Final, do Curso de Educação e Formação Operador de Fotografia

A ANIF - representada pelo seu Presidente, durante os dias 3, 4 e 7 de Julho fez parte do júri das Provas de Aptidão Final, do Curso de Educação e Formação - Operador de Fotografia, da Escola Secundária com 3º Ciclo Padre António Vieira, Lisboa.
Este CEF, operador de fotografia, é de Nível 2, ou seja, é uma formação de 2 109 horas (duração de 2 anos lectivos, incluindo estágio) que se destina a certificar alunos com a habilitação do 9º ano.
A turma era composta por treze alunos que iniciaram o Curso com 15 anos e que tinham frequência do 7º Ano de escolaridade, actualmente, as suas idades estão compreendidas entre os 16 e os 18 anos, e, após um ano e meio de formação lectiva na escola, fizeram a sua formação em contexto de trabalho de 210 horas (sete semanas) em diversas empresas.
Explicitando:
Viragem Lab. - laboratório, predominantemente com o preto e branco, e alguma cor
Laboratório José Manuel da Neves - laboratório e tratamento digital de imagem;
Workmedia Meios e Publicidade - tratamento digital de imagem e arquivo;
Revista Visão - captura de fotografias, tratamento digital de imagem e arquivo;
Jornal Correio da Manhã - departamento de publicidade, departamento de imagem -Jornal Diário de Notícias - departamento de imagem - e tratamento digital
Sistemas Rafael (centro de produção gráfica )- realização de sessões fotográficas, tratamento digital de imagem, paginação e acabamento
Press Fórum - reportagens fotográficas (autonomamente), tratamento digital de imagem e composição gráfica
Jornal Record e Sábado - tratamento digital de imagem;
Colorfoto - laboratório.
A FAF é uma prova pública na qual o aluno faz uma dissertação sobre a sua formação em contexto de trabalho (estágio). Para tanto, teve que, antecipadamente, fazer um relatório de estágio e uma apresentação em PowerPoint para complementar a sua exposição.
Foi muito salutar verificar que estas pessoas desempenharam as suas funções com empenho e dedicação, respondendo sem problemas às várias questões efectuadas pelo Júri que foi composto por:
" Directora de Curso - Maria Teresa Fonseca
" Directora de Turma - Maria da Graça Esteves
" Orientador da escola
" Orientador da entidade acolhedora - Empresa
" Membro da organização/sindicato de profissionais da área - ANIF
Estão todos de parabéns, Professores e Alunos.
ANIF-JUL08

ANIF e Federação Europeia de Fotógrafos
RESPOSTA DA FEP

Para informar os nossos associados e amigos recebemos a resposta da FEP sobre a nossa candidatura Europeia segue original:
"For the Attention of Carlos Vilas (President ANIF) & Alfredo Tavares
Dear Carlos and Alfredo,
We would like to thank you for attending our meeting of the Federation of European Photographers in Luton on the weekend of May 17th last.
Your application was considered by the Board at our meeting and it was decided to defer a final decision on this matter for 1 year. We will keep you informed of the progress of your application.
Warm regards.
Yours sincerely
Neil Warner
Neil Warner FBIPP, FMPA, FIPPA Cr, Master QEP
President & Commercial Director FEP
                                                                                      (
clicar aqui para tradução)

A ANIF em Inglaterra com a FEP"

Nos dias 17,18,19 de Maio a ANIF apresentou a sua candidatura à Federação Europeia de Fotógrafos "FEP".
Para esse efeito deslocou-se a Luton, Inglaterra, convidada pela FEP para apresentar formalmente a candidatura da nossa Associação.
Assistiu-se à realização das Qualificações das Obras Fotográficas realizadas pelos Juízes MQuep´s Europeus, estava também presente o sr. Marcos Pinto Presidente da AFP.
(clicar aqui para ver as fotografias das qualificações)

Casamento e Concorrência Desleal?

Organizou a ANIF no dia 3 de Abril de 2008 em Coimbra uma reunião Nacional, com Fotógrafos Profissionais em representação das várias regiões do País. Era a sua finalidade o debate dos assuntos prementes da nossa actividade:
Fotografia na actualidade. Reportagem de Casamentos e a Concorrência Desleal.
No debate e troca de opiniões entre os presentes, concluiu-se, recomendar à Direcção da ANIF, a criação de um grupo que promova o estudo dos diversos instrumentos legais, afim de propor ao Estado a regularização da profissão de fotógrafo.
Áreas do estudo: Regulamentação da actividade, Carteira Profissional e possivelmente legislação de protecção de actividade em risco.
É urgente que a actividade fotográfica seja desempenhada por FOTÓGRAFOS PROFISSIONAIS legalmente credenciados.

É urgente, que nem o Estado, nem o PUBLICO em geral, nos confunda com elementos, que executam marginalmente esta actividade, não cumprindo com as suas obrigações económicas e fiscais.

A CONCORRÊNCIA DESLEAL.
Nas várias áreas da fotografia especialmente nos casamentos, nas escolas, concorrer com quem paga menos 21% nos impostos é difícil. Concorrer contra indivíduos, que comprando uma câmara fotográfica, uma lente, um flash e cartões de memória se intitulam fotógrafos e começam a exercer uma actividade paralela, é problemático. Concorrer contra quem se esconde nas suas habitações ou em locais onde o agente fiscalizador tem dificuldade em inspeccionar é ainda mais crítico.
Temos de pedir protecção contra quem denigre a imagem dos fotógrafos e empresas de fotografia. É urgente proteger-se, quem pretende reger a sua actividade por regras transparentes e legais.

Estamos ao lado dos Fotógrafos Profissionais, dos Noivos e também da DGCI.
O acto de Fiscalizar é urgente. Mas não devem de ser só as empresas de fotografia, que pela sua localização são mais facilmente fiscalizáveis, as sacrificadas. Á que procurar o transgressor que se esconde no desempenho semanal de outra profissão ou por detrás de sites da Internet.

Conclui-se então que os fotógrafos e a fotografia apesar de atravessarem um mau momento, podem ter um futuro promissor. Assim os fotógrafos queiram e o Estado ajude.

ANIF- 03 de Abril de 2008

Foi encomendado um estudo sobre
"Concorrência Desleal? - Análise da oferta nacional de serviços de impressão digital"
ao Exmo Sr. Dr. António Pedro Correia, Economista
para ver o documento (clicar aqui)

Exija sempre um FOTÓGRAFO PROFISSIONAL


Casamento na mira do Fisco

Tem sido hoje divulgada nos vários órgãos de informação a noticia sobre a perseguição das Finanças a todas as entidades prestadores de serviços na área de casamentos. (jornais diários de 25 de Março 2008)

"Fisco multa noivos que não derem informações sobre o casamento"

Esta era a frase do jornal Público de 24 de Março de 2008

A ANIF preocupada com esta situação quer ter voz activa de forma que o grande público e a Direcção geral de Contribuições e Impostos entendam o verdadeiro problema dos Fotógrafos Portugueses.
Em primeiro lugar a evolução tecnológica que tem vindo a sofrer, não só a passagem da fotografia analógica para o digital, mas também o Sistema Simplex que está a ser implementado pelo Governo com as fotografias tipo passe.
Em segundo a perseguição por parte da DGCI aos noivos.
A ANIF concorda com a fiscalização da actividade nos casamentos.
Não nos moldes em que as Finanças o estão fazer obrigando os noivos a serem denunciantes.
Concordamos que os FISCAIS das Finanças deveriam deslocar-se ao local dos eventos e aí sim questionar quem é quem?
Como todos nós sabemos, qualquer um pode ser fotógrafo, basta para isso comprar uma câmara fotográfica e angariar casamentos nas mais variadas formas, Internet, jornais, feiras etc.
Aí começam os problemas para o sector fotográfico e para o público em geral.
Os clientes são confrontados com uma grande oferta de serviços, por vezes, por pessoas que embora empunhem uma câmara fotográfica não são fotógrafos profissionais.
Estas pessoas praticam preços incomportáveis para a maioria das empresas de fotografia em Portugal, e como essas pessoas não pagam impostos, porque não são colectadas, prejudicam as empresas de fotografia e contribuem para a tal fuga ao fisco penalizando as empresas que cumprem as suas obrigações fiscais.
Deveria as Finanças ter mecanismos sem importunar os noivos, de controlar e fazer pagar os impostos a estas pessoas.
Tudo isto acontece, porque embora ao longo dos anos tenhamos lutado por uma regulamentação oficial, o Estado desmarcou-se das suas responsabilidades, não apoiando as várias propostas no sentido de podermos dizer aos clientes que somos fotógrafos profissionais e que assumimos essa responsabilidade.

Se essa regulamentação existisse possivelmente não estaríamos aqui a falar deste problema.

Estes são os pontos que achamos importantes para a nossa contestação.

Exija sempre um FOTÓGRAFO PROFISSIONAL

25 de Março 2008
A indignação dos Fotógrafos Portugueses vs Minuto Verde - RTP

Carta enviada no dia 4 de Março de 2008

Exmos. Srs.
Provedor do Telespectador
Presidente do conselho de Administração da RTP
Director de Informação
Bom Dia Portugal/RTP Informação
Quercus Portugal
Morada
Avenida Marechal Gomes da Costa, 37
1849-030 LISBOA

Lisboa 4 de Março de 2008

QUERQUS- MINUTO VERDE – RTP1-OPTE PELA FOTOGRAFIA DIGITAL

No dia 4 de Março na rubrica BOM DIA PORTUGAL a Querqus divulgou um vídeo aconselhando o público a defender o meio ambiente optando pela fotografia digital em detrimento das imagens impressas em papel, argumentando que estas são ecologicamente desaconselháveis, e que por isso não deveriam comprar nos casamentos imagens impressas em papel, mas sim através da Internet como forma de as obterem mais economicamente.

Surpreende-me como a Quercus/RTP realiza uma peça como esta sem ter em conta o desemprego a falência que este tipo de atitude representa para nós Fotógrafos Portugueses.

De facto é lamentável, que qualquer programa destes vindo de uma entidade como a Quercus/RTP, não tenha consultado entidades como ANIF representante dos Fotógrafos Portugueses antes de dizerem publicamente o que dizem.

Pior é a RTP empresa pública dar tempo de antena á Quercus sem previamente validar a informação por eles apresentada.

Se analisarmos o referido programa o que é mais ecológico não se coloca em causa, mas surpreende-me quando mencionam a custos mais reduzidos, para não fazerem fotografia nos casamentos.

A direcção da ANIF vê com preocupação e lamenta que esta abordagem tenha sido feita dessa forma, sem a preocupação das implicações que traz para o sector fotográfico.

Esta forma de actuar da QUERQUS / BOM DIA PORTUGAL e lamenta que não tivesse havido da parte desta a sensibilidade para tratar com equilíbrio este tema tendo em conta que o sector da fotografia profissional atravessa um momento muito complicado por via de toda a evolução tecnológica e pela debilidade da economia provocando que as empresas do sector estejam moribundas com graves dificuldades financeiras para honraram os seus compromissos com os trabalhadores vendo-se muitas forçadas a fechar e a optarem por despedimentos que vão engrossar ainda mais o desemprego em Portugal.

Com a evolução tecnológica o sector fotográfico sofreu uma transformação de difícil recuperação que tem vindo a provocar falências e desemprego. Com as novas regras do Sistema SIMPLEX os fotógrafos portugueses deixaram de fazer a fotografia de identificação. É importante saber que as empresas de fotografia estão desesperadamente a tentar sobreviver, mesmo assim estão a honrar os seus compromissos com o Estado e a cumprir com todas as normas emanadas da União Europeia no respeito pelo meio ambiente tratando os resíduos químicos e outros resíduos, tais como as máquinas descartáveis, pilhas, embalagens etc.…

Todos os dias os Fotógrafos são confrontados com as novas regras sobre o ambiente que vêm da Comunidade Europeia.
Cumprimos os requisitos do Ministério do Ambiente e outros.

Porque será que vem alguém atacar os Fotógrafos desta maneira, quando tudo parece estar contra o sector fotográfico?
O que seria do mundo sem fotografia?

Pois é, é isso mesmo, com este tipo de situação certamente que um dia não haverá história para ver no mundo, hoje de IMAGEM.

Defendam o ambiente com equilíbrio e racionalidade mas respeitem as actividades económicas.

A forma leviana como foi abordado o tema, denota falta de sensibilidade e falta de respeito pelos Profissionais de Fotografia de Portugal.

Queremos uma rectificação e um pedido de desculpa.

Porque nós Fotógrafos também nos preocupamos com o futuro e por isso com o Ambiente.

Cumprimentos

Carlos Vilas

Presidente

ANIF – Associação Nacional dos Industriais de Fotografia

www.anif.pt

http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/bomdia/index.shtm

A ANIF no 3º Congresso Internacional de Impressão, Imagem, Comunicação Digital e Têxtil Promocional.

Realizou-se entre muitas a conferência sobre Fotografia no mundo actual apresentada pelo nosso Presidente Carlos Vilas. Teve como objectivo sensibilizar os profissionais de fotografia e vídeo que o caminho que devemos levar é o de dar mais qualidade aos nossos clientes, não se esquecendo de toda a envolvência dos profissionais de Imagem, que se deve reflectir no valor que se deve cobrar.
01 de Março de 2008

SIRER - Sistema Integrado de Registo Electrónico de Resíduos

Objecto

O Sistema Integrado de Registo Electrónico de Resíduos (SIRER) preconiza a disponibilização, por via electrónica, de um mecanismo de registo e acesso a dados sobre resíduos, substituindo, deste modo, os antigos mapas de registo de resíduos.

Este Sistema foi criado por via legislativa (cfr. Artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro), e encontra-se consubstanciado no Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa (SIMPLEX).

Deste modo, os procedimentos de registo e gestão de informação sobre resíduos existentes até à data sofreram uma adaptação legislativa, na óptica da sua simplificação e desmaterialização, surgindo como uma consequência do desenvolvimento dos meios tecnológicos, que impõe o recurso a modelos operativos de registo de informação mais evoluídos, com uma interacção fácil, rápida e segura de dados de distinta proveniência, permitindo ainda agregar toda a informação relativa aos resíduos produzidos e importados para o território nacional e as entidades que operam no sector dos resíduos.


Âmbito


A alínea a) do artº 48º - Obrigatoriedade do registo do Decreto-Lei nº 178/2006 estabelece o âmbito das entidades sujeitas a registo no SIRER, tendo o mesmo sido definido de forma a contemplar situações consideradas significativas ao nível da produção de resíduos, quer em matéria dos quantitativos produzidos quer da sua perigosidade, independentemente da classificação das actividades económicas associada a essas entidades.

Deste modo, a aplicação de condições para a inscrição no SIRER assentes em aspectos como a natureza/composição dos resíduos, associada a factores de dimensão das entidades e dos quantitativos produzidos, permite a obtenção de um universo representativo da produção de resíduos a nível nacional, libertando-se, assim, da obrigação de registo, as entidades produtoras de resíduos em quantidades pouco significativas e de natureza não perigosa.

Neste contexto, qualquer que seja a entidade que produza resíduos urbanos cuja produção diária exceda 1100 l e/ou resíduos não urbanos que no acto da sua produção empreguem pelo menos 10 trabalhadores e/ou de resíduos perigosos com origem na actividade agrícola e florestal (nos termos a definir), e/ou outros resíduos perigosos, a mesma será necessariamente sujeita a registo no SIRER.

A distinção entre resíduo urbano e não urbano afigura-se de menor relevância no que respeita à maioria das actividades económicas, na medida em que a sua produção ocorre em simultâneo, prevalecendo, deste modo, os critérios associados à dimensão da empresa (número de trabalhadores; quantidades produzidas) e os relacionados com o carácter de perigosidade dos resíduos produzidos.

Considerando que a definição de resíduo urbano pressupõe que a sua natureza ou composição seja semelhante ao resíduo proveniente de habitações, i.e., ao resíduo doméstico, no caso específico em que se verifica somente a produção deste tipo de resíduos, apenas as entidades que apresentem uma produção inferior a 1.100 l/dia, e na presunção de que não produzem resíduos perigosos, não estarão sujeitas a registo no SIRER.

De igual modo, no caso específico em que se verifica somente a produção de resíduos não urbanos, apenas as entidades que detenham menos de 10 trabalhadores, e na presunção de que não produzem resíduos perigosos, não estarão sujeitas a registo no SIRER.

A declaração de dados no SIRER deverá abranger a totalidade dos resíduos produzidos por cada entidade, independentemente da condição que conduziu à obrigatoriedade do registo neste Sistema (p.e. a empresa regista-se porque produz resíduos perigosos, mas deverá, no acto da declaração, reportar a totalidade dos resíduos produzidos).

A inscrição no SIRER é feita por estabelecimento, isto é, em caso de a firma possuir mais do que um estabelecimento que se enquadre nas actividades sujeitas ao sistema, terá de proceder às várias inscrições no SIRER, uma por cada estabelecimento.

A renovação do registo é efectuada anualmente, salvo o caso em que não existe produção de resíduos no ano a que se reportam os dados.

Neste enquadramento, e em conclusão, a obrigatoriedade de efectuar o registo fica a cargo dos produtores, dos operadores de gestão de resíduos e das entidades responsáveis pelos sistemas de gestão de resíduos (individuais ou colectivos), nos seguintes termos:

os produtores de resíduos não urbanos que no acto da sua produção empreguem pelo menos 10 trabalhadores;
os produtores de resíduos urbanos cuja produção diária exceda 1100 l;
os produtores de resíduos perigosos (incluindo resíduos perigosos com origem na actividade agrícola e florestal, nos termos definidos em portaria conjunta dos membros do Governo responsáveis pela área do ambiente e da agricultura);
os operadores de gestão de resíduos;
as entidades responsáveis pelos sistemas de gestão de resíduos;
os operadores que actuem no mercado de resíduos;
os operadores e as operações de gestão de resíduos hospitalares.

Funcionamento

Mais recentemente, e de acordo com o estabelecido no n.º 2 do artigo 46.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, o regulamento de funcionamento do SIRER foi aprovado pela Portaria n.º 1408/2006, de 18 de Dezembro.
Nos termos da referida portaria, os operadores de gestão de resíduos acima mencionados, que se encontrem já em actividade desde 1 de Dezembro, inclusive, estão vinculados à inscrição no SIRER no prazo de 90 dias úteis a contar daquela mesma data.
De igual modo os demais utilizadores devem proceder ao registo no SIRER no prazo de 30 dias úteis a contar da data de início da respectiva actividade.

O procedimento de pedido de inscrição assenta no preenchimento de um formulário electrónico disponível on-line através do Portal do SIRER.


Prazos

Relativamente ao pedido de inscrição e aos mapas de registo relativos ao ano de 2006, não obstante todos os esforços envidados para que o SIRER ficasse plenamente operacional, constatou-se que, dada a complexidade das tarefas associadas e a necessidade de assegurar altos padrões de segurança e de certeza e rigor, não foi possível à Autoridade Nacional dos Resíduos e à Imprensa Nacional - Casa da Moeda, enquanto parceiro tecnológico do projecto, ter o SIRER disponível de modo a permitir aos seus utilizadores o cabal cumprimento das suas obrigações nos prazos estabelecidos pela Portaria n.º 1408/2006, de 18 de Dezembro . Deste modo, tendo igualmente presente a necessidade de compatibilização dos prazos de cobrança das taxas de gestão de resíduos previstas na Portaria n.º 1407/2006, de 18 de Dezembro, importou redefinir os prazos em questão, compatibilizando-os com a entrada em pleno funcionamento do SIRER.

Assim, foi publicada a Portaria n.º 320/2007, de 23 de Março, na qual fica definido que:

o registo de utilizadores referidos nas alíneas a) e c) do artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, com excepção dos sistemas de gestão de resíduos urbanos, pode ser efectuado até 31 de Maio de 2007, no que se refere ao mapa de registo de estabelecimento, e até 30 de Setembro de 2007 no que se refere aos restantes mapas de registo de produção de resíduos;
o registo dos utilizadores referidos nas alíneas b), d) e e) do artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, bem como dos sistemas de gestão de resíduos urbanos, pode ser efectuado até 31 de Maio de 2007, no que se refere ao mapa de registo de estabelecimento, e até 30 de Junho de 2007, no que se refere aos restantes mapas de registo de produção de resíduos;
a liquidação da taxa de gestão de resíduos nos termos da Portaria n.º 1407/2006, de 18 de Dezembro será efectuada por recurso a métodos indirectos de estimativa fundamentada das quantidades de resíduos produzidos se, por motivos de indisponibilidade ou falha técnica do sistema, não for possível aos utilizadores do SIRER, sujeitos ao pagamento da referida taxa, o preenchimento de mapas de registo de produção de resíduos.
Para os anos seguintes os mapas de registo devem ser preenchidos até ao termo do mês de Março seguinte a cada ano.


Sem prejuízo do acima exposto, as entidades gestoras de centros integrados de recuperação, valorização e eliminação de resíduos perigosos (CIRVER), de instalações de incineração e co-incineração de resíduos e de aterros sujeitos a licenciamento da ANR ou das autoridades regionais de resíduos (ARR) devem proceder, até ao termo do 1.º semestre de cada ano, ao preenchimento dos mapas necessários à liquidação por conta da taxa de gestão (cfr. Portaria n.º 1408/2006, de 18 de Dezembro).

De igual modo, os mapas de registo de resíduos urbanos devem ser preenchidos mensalmente pelas entidades responsáveis pelos sistemas de gestão desse tipo de resíduos.

Aviso: Uma vez que o acesso directo ao sítio de Internet do Sistema de Gestão de Informação sobre Resíduos (SGIR) foi desactivado, os Sistemas de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) devem proceder à inscrição no SIRER, de modo a retomar o processo de registo dos dados referentes ao ano de 2006 e seguintes.


Revogações

Salienta-se que, por força da publicação da portaria atrás mencionada, foram revogados os anteriores mapas de registo, com as seguintes referências legais:

as Portarias n.os 768/88, de 30 de Novembro, e 792/98, de 22 de Setembro, relativas respectivamente ao registo de resíduos urbanos e ao registo de resíduos industriais;
as alíneas e), f) e g) do n.º 3 do anexo I e b) e c) do n.º 5 do anexo II da Portaria n.º 572/2001, de 6 de Junho;
os Despachos n.os 7415/99, de 25 de Março, 6493/2002, de 26 de Março, e 9627/2004, de 15 de Maio, e o n.º XV do anexo II-B do Despacho n.º 10 863/2004, de 1 de Junho;
a Portaria n.º 178/97, de 16 de Maio, relativa ao mapa de resíduos hospitalares.
Face ao exposto, não existe obrigatoriedade de envio em formato de papel dos mapas publicados nos diplomas supra mencionados e entretanto revogados, para as diferentes entidades previstas na legislação.


Taxa

O regulamento de funcionamento do SIRER define ainda o procedimento relativo à taxa de registo preceituada no artigo 57.º do Decreto-Lei n.º 178/2006. Nesta conformidade os utilizadores atrás identificados estão obrigados ao pagamento de 25 euros, destinada a custear a gestão do SIRER.
A taxa de registo é devida no acto de inscrição no SIRER e, em cada um dos anos subsequentes, no mês da inscrição.
A taxa de registo é liquidada pela ANR, que procede à sua notificação por via electrónica ao sujeito passivo, devendo o pagamento ser feito até ao termo do mês subsequente ao da liquidação.
O pagamento da taxa de registo efectua-se por transferência bancária, débito em conta ou por qualquer outro meio de pagamento admitido pela lei geral tributária, fazendo o atraso no pagamento incorrer o sujeito passivo em juros de mora nos termos genericamente previstos pela lei tributária.

informação da
Agência do Ambiente - Ministério do Ambiente, do Ornamento do Território e desenvolvimento Regional

Prazos de entrega da Declaração Modelo 3 de IRS

Foram introduzidas no Código do IRS alterações legislativas no âmbito do englobamento opcional de rendimentos de capitais. Os rendimentos de capitais incluem entre outros juros de depósitos, juros de obrigações e títulos de dívida, dividendos ou rendimentos de unidades de participação em fundos de investimento.Estes rendimentos são tributados, por retenção na fonte, à taxa liberatória de 20%, não estando obrigados à inclusão dos mesmos na sua declaração anual de rendimentos. No entanto com esta alteração legislativa poderá agora optar pelo seu englobamento com o restante dos seus rendimentos. Deste modo, se pretende optar pelo englobamento de rendimentos de capitais ao entregar a sua declaração de rendimentos, terá que solicitar, junto do seu Banco até 31 de Janeiro, que lhe sejam enviadas as respectivas declarações fiscais.

Em suporte papel:

De 1 de Fevereiro até 15 de Março,
1ª fase - Trabalho dependente e pensões;
De 16 de Março até 30 de Abril, outros rendimentos.

Por Internet

De 10 de Março até 15 de Abril,
1ª fase - Trabalho dependente e pensões;
De 16 de Abril até 25 de Maio, outros rendimentos.
30JAN07

Onda estão os Casamentos...

Matrimónio tem diminuído em Portugal
Divórcio - Um por cada dois casamentos


O número de casamentos em Portugal continuou a baixar pelo sétimo ano consecutivo e metade dos casamentos em Portugal acaba em divórcio. Esta é a realidade ditada pelas estatísticas do INE - Instituto Nacional de Estatística, segundo os dados oficiais mais recentes que registaram 48 671 novos casais em 2005, enquanto os que se divorciaram, nesse mesmo ano, foram 22 853. verifica-se uma diminuição contínua e progressiva do número de casamentos nos últimos anos, enquanto que, pelo contrário, o número de separações oficiais aumenta proporcionalmente.
Por esta razão a ANIF preocupada com o futuro, está a organizar várias acções de formação e sensibilização do público em geral para que a profissão de fotógrafo não morra.
Embora o número de noivos esteja a diminuir, pode ser se assim o entendermos todos juntos, aumentar o nosso potencial trabalho, afastando de uma vez por todas as pessoas que se intitulam fotógrafos profissionais sem o serem, isso só é possível se nós profissionais conseguirmos dar um trabalho diferenciado aos nossos clientes.
A qualidade do serviço é ser sempre, o mais importante

Exija sempre um Fotógrafo Profissional

25-01-2008

SELO DO CARRO

Para os mais distraídos:

Não se esqueçam que a partir de 1 de Janeiro o Imposto Único de Circulação (IUC), substitui o Selo do Automóvel e passa a ser devido no mês de aniversário da matrícula do carro e não, como antigamente, em data fixa, igual para todos.

P.ex: um carro com matrícula de Janeiro de 2005, tem pagar o IUC até ao final do mês de Janeiro de 2008, e assim sussecivamente

Deixa de ser exigida a afixação de selo no veículo, passando a prova de pagamento do imposto a funcionar como comprovativo desse pagamento, devendo, por isso ser mantida junta dos outros documentos do veículo.

01 de Janeiro de 2008

A partir do dia 1 de Janeiro 2008, uma nova lei anti-tabaco entra em vigor em Portugal.


Proposta de Lei que aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo

Esta Proposta de Lei, a submeter à Assembleia da República, visa a protecção dos não fumadores da exposição ao fumo passivo. Com esse objectivo, estabelecem-se limitações ao consumo de tabaco em espaços fechados e cobertos e define-se a proibição da publicidade ao tabaco, a utilização de advertências de saúde nas embalagens, o apoio na cessação tabágica e a informação e educação para a saúde, em particular das crianças e dos jovens, reunindo num único diploma legislação dispersa por cerca de 20 diplomas.
A Proposta de Lei pretende dar execução ao disposto na Convenção Quadro da Organização Mundial da Saúde para o Controlo do Tabaco, aprovada pelo Decreto n.º 25-A/2005, de 8 de Novembro.

Clicar aqui para consultar o Projecto Lei

Se desejares receber o dístico correspondente à opção que escolheres faz o teu pedido, através de e-mail para geral@anif.pt com o teu número de Associado.

01 de Janeiro de 2008

Norte: QREN disponibiliza
2.700 M€ de investimento até 2013


O ministro do Ambiente revelou, em Guimarães, que o QREN disponibiliza até 2013, na região Norte, 2,7 mil milhões de euros para investimento em potencial humano, desenvolvimento económico e valorização do território.

"O Quadro de Referência Estratégica tem três agendas: a de potencial humano, visando a qualificação dos portugueses, a dos factores de competitividade, pois desenvolvimento económico sustentável só pode resultar da competitividade, assentando esta na inovação e na investigação", afirmou Francisco Nunes Correia.
O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional falava durante uma sessão de divulgação dos Programas Operacionais Regionais do Norte e do Centro, no âmbito do QREN 2007-2013.
Nunes Correia sublinhou que a cadeia de valor do QREN "começa na investigação e termina na competitividade das empresas, que hoje se mede nos mercados internacionais".
Considerou que o investimento na valorização do território engloba tudo o que diz respeito a acessibilidades e comunicações, a importantes infra-estruturas de que o país ainda carece, desde o TGV ao novo aeroporto, passando, naturalmente, por completar a rede de estradas.
"Mas, a valorização do território tem também diversas componentes ambientais, de conservação da natureza e de protecção do litoral", enfatizou.
O ministro afirmou que o QREN, no seu conjunto, "é um puzzle de alguma complexidade, onde coexistem três fundos comunitários distintos: o FEDER, o Fundo de Coesão e o Fundo Social Europeu".
Portugal é actualmente um catálogo de todo o tipo de regiões e cada uma delas tem as suas regras, sublinhou, acentuando que "temos três fundos para quatro tipos de regiões".
Nunes Correia garantiu que o QREN "não é mais do mesmo", uma vez que foi reforçada a vertente da valorização do potencial humano, havendo também fundos ao serviço da competitividade das empresas, correspondendo a seis mil milhões de euros. "Foi ainda reforçada a relevância dos programas operacionais regionais, conjugando-a com as agendas nacionais"», observou.
O ministro frisou que o QREN tem como princípios orientadores para o investimento "os da concentração, da selectividade e da viabilidade económica e sustentabilidade financeira dos projectos".

Fonte: Diário Digital / Lusa

PMEs: Governo reserva 3 mil milhões para incentivar exportações


As pequenas e médias empresas (PME) podem contar, a partir de agora e até 2013, com um apoio de três mil milhões de euros destinado à exportações. A garantia surgiu ontem da parte do ministro da Economia, Manuel Pinho, durante a apresentação do portal do programa SIM, que permite às PME apresentar candidaturas a projectos e receber incentivos.

Este valor provém essencialmente do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para o período 2007-2013 e cujas candidaturas já estão acessíveis, desde o dia 15 de Novembro até 31 de Janeiro. No total, são “6,1 mil milhões de euros do QREN que estão destinados para a agenda da competitividade, dos quais 60% vai para o programa SIM”, explicou o governante.
Além deste valor, Manuel Pinho garantiu que há mais verbas disponíveis, nomeadamente ao nível do capital de risco e também no Orçamento do Estado para 2008, que “prevê um forte reforço das verbas” para estas empresas.“As PME são a coluna dorsal da economia portuguesa”, defendeu o ministro.
O portal SIM (www.sim.gov.pt) vai permitir às PME formalizar as candidaturas a projectos inovadores, bem como aceder às facilidades do e-government e às entidades que promovem a sua actuação.

Fonte: Correio da Manhã

JÁ HÁ CONCURSOS ABERTOS


Primeiros concursos abertos no âmbito dos Sistemas de Incentivos do QREN

Encontram-se já abertas as candidaturas aos projectos de financiamento no âmbito dos Sistemas de Incentivos do QREN.

O portal dos Incentivos QREN contém toda a informação relevante para a apresentação de candidaturas.

Encontram-se também neste site os avisos de abertura de candidaturas aos Sistemas de Incentivos.

Destinia: Quer voar ao melhor preço?
Deseja gerar receitas complementares?

Portaria 321-A/2007, de 26/03 – I Série n.º 60

Cria o ficheiro modelo de auditoria tributária prevista no n.º 8 do artigo 115.º do Código do IRC, com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 238/2006, de 20 de Dezembro

As empresas utilizam cada vez mais sistemas de processamento electrónico de dados para registo dos factos patrimoniais, nomeadamente para a facturação.
Estes registos são objecto de verificação pelos serviços de inspecção no âmbito das suas competências de controlo da situação tributária dos contribuintes.
Tendo em vista facilitar tal tarefa, face à diversidade de sistemas, tem vindo a ser preconizada, no âmbito da OCDE, a criação de um ficheiro normalizado com o objectivo de permitir uma exportação fácil, e em qualquer altura, de um conjunto predefinido de registos contabilísticos, num formato legível e comum, independente do programa utilizado, sem afectar a estrutura interna da base de dados do programa ou a sua funcionalidade.
A adopção deste modelo proporciona às empresas uma ferramenta que permite satisfazer os requisitos de obtenção de informação dos serviços de inspecção e facilita o seu tratamento, evitando a necessidade de especialização dos auditores nos diversos sistemas, simplificando procedimentos e impulsionando a utilização de novas tecnologias.
Nestes termos, de forma faseada e começando pelas aplicações de facturação e de contabilidade, torna-se obrigatória a adopção deste modelo normalizado de exportação de dados.
Foi ouvida a Associação Portuguesa de Software.
Assim:
Manda o Governo, pelo Ministro de Estado e das Finanças, ao abrigo do disposto no n.º 8 do artigo 115.º do Código do IRC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de Novembro, o seguinte:
1.º Os sujeitos passivos de IRC que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e que organizem a sua contabilidade com recurso a meios informáticos ficam obrigados a produzir um ficheiro, de acordo com a estrutura de dados em anexo, sempre que solicitado pelos serviços de inspecção, no âmbito das suas competências.
2.º O ficheiro deve abranger a informação constante dos sistemas de facturação e de contabilidade.
3.º O disposto no n.º 1 aplica-se, relativamente aos sistemas de facturação, às operações efectuadas a partir do dia 1 de Janeiro de 2008 e, relativamente aos sistemas de contabilidade, aos registos correspondentes aos exercícios de 2008 e seguintes.
O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, em 12 de Março de 2007.
Informação da:

_____________________________ANEXOS (CLICAR AQUI)___________
Homagem de Fotógrafos a um grande Fotógrafo

"Hasta siempre"

Alberto Korda

Fotógrafo Cubano, imortalizado com a famosa fotografia de Che Guevara,
nasceu em La Habana a 14 de Setembro de 1928 e faleceu em Paris a 25 de Maio de 2001.
Korda foi fotógrafo de profissão, e iniciou a sua carreira fazendo trabalhos em baptizados, casamentos e festas em Havana.

Tempos depois, abriu um estúdio na capital cubana onde se passou dedicar à fotografia publicitária e de moda. A certa altura quando fazia fotografias de moda, Korda viu uma menina cubana a fazer uma saia improvisada de papel para vestir uma boneca. Ao perceber que a boneca era apenas um pedaço de madeira ficou muito sensibilizado, e este simples episódio fez nascer dentro de si uma enorme vontade: uniu-se ao ideal revolucionário que prometia acabar com aquele tipo de infelicidade.
A sua fama aconteceu quase por acaso. A cena imortalizada aconteceu no dia 5 de Março de 1960. Korda fotografava para o jornal cubano "Revolución". Ao lado de várias autoridades cubanas, numa tribuna, Guevara participava de um acto fúnebre e de protesto contra a explosão de um barco que matara 136 pessoas. El Che apenas esteve 45 segundos na tribuna, mas foi o tempo suficiente para Korda captar uma das fotos mais reproduzidas de todos os tempos. Esta imagem tornou-se um simbolo de de todos quantos defendem um ideal que luta diariamente por um mundo mais justo.
Contudo, a fama desta fotografia não foi imediata...Foi preciso que um italiano de nome Giangiacomo Feltrinelli recortasse as laterais da imagem e a difundisse após a morte de Che Guevara em 1967. Só nessa nessa altura o mundo conheceu a foto que será para sempre recordada com o título de "O guerreiro heroico".
Alberto Korda nunca recebeu qualquer tipo de remuneração pela foto nem se empenhou em receber. Afinal a sua/nossa revolução assenta nos valores morais e não no materialismo...

Hasta siempre Korda!


01 de Dezembro de 2007

Mário Pinto em Exposição

A editora Blue Ray associou-se à Apple Portugal em homenagem ao fotógrafo Mário Pinto

A editora Blue Ray, que além da revista Advanced Photoshop irá editar, já a partir do próximo mês de Janeiro, a nova revista Digital Photographer - POSITIVA, associou-se à Apple Portugal para homenagear o grande fotógrafo Mário Pinto, de Queluz, mestre do retrato a preto e branco.

Os muitos visitantes que acorreram puderam ver a exposição de imagens bem como tomar contacto com os equipamentos e produtos da Apple, nomeadamente o programa para edição e catalogação de imagens Aperture. Também puderam tomar contacto com a primeira edição da revista Advanced Photoshop e com a última edição da revista POSITIVA, doravante intitulada Digital Photographer- POSITIVA.

Ao evento acorreram muitas personalidades, incluindo vários estudantes de design e fotografia, entre os quais se podem destacar Carlos Vilas, presidente da ANIF, Carlos Alberto Matos, famoso foto-repórter, José Manuel Antas, responsável pela área profissional da Canon Portugal, Paulo Sousa, em representação da HP e Manuel Coutinho, João de Castro, também eles fotógrafos de nomeada.

Jorge Pinto Guedes

Lisboa, 01 de Dezembro de 2007

Finanças

Na prossecução do esforço de simplificação administrativa determinada pela política governamental traduzida no programa SIMPLEX 2006 foi, no passado dia 02 de Novembro de 2006, publicado o Decreto-Lei n.º 361/2007 que, entre outras, introduziu alterações ao artigo 119.º do Código do IRS.
Com a nova redacção desta norma legal, destinada a possibilitar o aprofundamento do procedimento de pré-preenchimento das declarações de rendimentos do IRS submetidas pela Internet, passou a ser obrigatória a comunicação, já em 2008, das seguintes deduções efectuadas às pessoassingulares a quem tenham pago rendimentos no ano de 2007:

- Contribuições obrigatórias para regimes de protecção social e subsistemas legais de saúde
- Quotizações sindicais

Uma vez que estes novos elementos serão objecto de comunicação àDirecção-Geral dos Impostos através da declaração de rendimentos e retenções na fonte Modelo 10, a entregar até ao final do mês de Fevereiro do próximo ano, foi já aprovado o novo modelo dessa declaração que, por antecipação à sua publicação em Diário da República, pode desde já ser consultado no site das Declarações Electrónicas, disponível em www.e-financas.gov.pt opçãoImpressos.

19 de Novembro de 2007

Decreto-Lei n.º 150/2006, de 2 de Agosto Altera o regulamento de cobrança e reembolsos do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS) e do imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas (IRC)

Decreto-Lei n.º 34/2007, de 15 de Fevereiro Publicação dos modelos da declaração periódica de rendimentos modelo 22, aprovados pelo despacho n.º 9/2007-XVII, de 4 de Janeiro.


AJUDA FOTOGRÁFICA

A ANIF iniciou um ciclo de trabalho que visa melhorar e facilitar o trabalho do fotógrafo. Com a evolução tecnológica, é importante debruçarmo-nos sobre a formação. Vamos dar uma pequena ajuda e um contributo para isso aconteça.
Hoje começou a formação no nosso site com a "Ajuda Fotográfica" isto é só o começo.
Isto não quer dizer que não iremos para o terreno junto dos nossos Associados debater ideias, formar e sobretudo preocuparmo-nos com os valores éticos.
Muito em breve iremos fazer um Workshop sobre Photoshop, como aproveitar ao máximo as potencialidades dessa ferramenta que tanta falta nos faz no nosso dia a dia profissional.
Visitem a Ajuda Fotográfica e digam-nos quais as necessidades, para podermos continuar a ser fotógrafos com a qualidade que nos é exigida.

ANIF
15 de Outubro de 2007



"Eleições ANIF "

Realizou-se no dia 11 de Outubro de 2007 a Assembleia-geral Ordinária, convocada pelo Presidente da Assembleia-geral Sr. Ílidio Espada Teixeira com a ordem de trabalhos: Aprovar as contas até esta data, que foi apresentada livremente por vontade da Direcção, para que os Associados presentes compreendessem as dificuldades financeiras em que se encontra a Associação.
Nasceu nesta reunião uma nova Direcção após algumas dificuldades, os Associados presentes elegeream aqueles que irão ditar o futuro da ANIF nos próximos três anos.

A ANIF está sempre contigo.

Em breve iremos conhecer as caras dos Directores eleitos para este triénio.


De 3 a 7 de Outubro realizou-se a Sonimagfoto em Barcelona que apresentou ao público cerca de 400 marcas e 180 standes com uma grande variedade de produtos na área da fotografia e impressão digital.
Sentiu-se que a crise também está a afectar o país vizinho, embora com um grande número de visitantes, notou-se uma grande quebra a nível de negócio, sendo esta compensada com um grande número de exposições, Workshop´s de elevado interesse. Só por isto valeu a pena ir a Barcelona.


“Vertigem Azul”

Carlos Sargedas homenageado na Noite de Gala da Costa Azul

Carlos Sagedas, fotógrafo sesimbrense, foi homenageado na “Noite de Gala da Costa Azul”. A iniciativa decorreu no passado dia 27 de Setembro, num restaurante de Sto António da Charneca, tendo como finalidade a homenagem entidades públicas ou privadas que se destacaram no contributo ao desenvolvimento turístico da Costa Azul, representativas de cada um dos concelhos integrantes da Região de Turismo de Setúbal.
A Noite de Gala da Costa Azul é uma organização, anual, da Região de Turismo Costa Azul inserida na Semana da Costa Azul. Carlos Sargedas recebeu o diploma de “Reconhecimento Público de Serviços Prestados”
"Jornal de Sesimbra"

Celebrou-se entre a FOTOVENDAS DIGITAL e a ANIF um acordo de parceria para a realização do 2º Congresso Internacional de Fotografia, Vídeo e Imagem Digital a realizar no próximo ano 2008.
Como sempre a nossa preocupação baseia-se na realização de Workshop´s "Formação" e na mostra de novos produtos, aliando as Tecnologias de Impressão, que poderão de certa forma proporcionar aos fotógrafos portugueses uma nova visão para o seu negócio.

Nesta parceria iremos beneficiar os Associados, proporcionando-lhes o que de melhor há no nosso sector.
Está atento.
ANIF Julho de 2007

02 de Julho de 2007

Mais um Workshop de Fotografia de Casamento
na Multicontraste sendo apresentado por KAKE conseituado Mestre Fotógrago da Galicia Espanha

Expresso aqui o nosso agradecimento.
Lisboa 27 de Junho de 2007

A Multicontraste realiza hoje o Workshop de fotografia de Crianças e Jovens ministrado por Dário Queiroz

Expresso aqui o nosso agradecimento.

Realizou-se em Loulé o 4º RoadShow de Fotografia realizado pela Positiva, a ANIF esteve uma vez mais presente, porque a fotografia é para nós muito importante.
Loulé 27 de Junho de 2007


"A ANIF na SIC- Porto"

Na passada sexta-feira 2 de Junho de 2007 a AFP e a ANIF deslocaram-se aos estúdios da SIC para uma reportagem sobre o tema "Desaparecimento do Fotógrafo Tradicional Português", A presença da ANIF nesta reportagem, deve-se ao facto da sua preocupação demonstrada quando no ano passado se apercebeu que o Estado ia começar a tirar fotografias tipo passe. A ANIF com bastante esforço financeiro e humano, deslocou-se por todo o País, promovendo conferências no sentido de sensibilizar os fotógrafos para a gravidade da situação, a qual se prende com a perda inaceitável do nosso negócio, trazendo desemprego e falência ao nosso sector. Numa dessas reuniões os colegas Américo Gomes da Povoa de Varzim e o Jaime Machado de Guimarães, por sua própria iniciativa movimentaram-se no sentido de sensibilizar a opinião pública, e como tal contactaram a SIC para fazerem esta reportagem. Esperamos que esta reportagem contribua para a continuidade da actividade tradicional do Fotógrafo Português.

A ANIF está sempre contigo.


Noticia


Dia 6 de Junho de 2007, uma vez mais a ANIF acompanha um Associado Fotoalmada ao Tribunal por problemas com o Ministério do Ambiente, no assunto referente aos Resíduos Químicos. Fotoalmada tinha e tem um contrato com uma empresa de recolha de resíduos, contudo na altura essa empresa estava em processo de credenciação, considerando o Ministério que não tinha autorização para o fazer. Como tal em vez de multar essa empresa veio multar o nosso associado alegando que a Fotoalmada era solidária e deveria saber o destino e a acreditação da dita empresa de recolha de resíduos.

A ANIF estará sempre
contigo
a Direcção

1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA, VIDEO E IMAGEM DIGITAL
Centro de Congressos de Lisboa 16, 17 e 18 de Março de 2007

Foi um grande sucesso, um encontro de profissionais que se dedicam ao mundo da fotografia e imagem digital.

Na sala destinada aos Workshop´s assistimos a debates por vezes encalorados devido a intervenções polémicas dos oradores e fotógrafos presentes.

Assistimos a demonstrações do processo geral de como se pode elaborar uma boa fotografia diferenciando-se pela sua execução artística.